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Treinamento em Altitude x Ozonioterapia – Parte II – Set/16

Buscando aprimorar a entrega de oxigenio aos tecidos, muitos atletas de ponta não abrem mão do treinamento na altitude para aperfeiçoarem a preparação física e melhorarem o desempenho ao nível do mar.

Uma opção mais comoda e sem possíveis efeitos adversos ao treinamento de altitude, seria a Ozonioterapia, a qual apresenta alguns benefícios em comum a esse tipo de treino, além de apresentar contribuições extras ao incremento da performance atlética. São estes:
- AUMENTO DA LIBERAÇÃO DE O2 PELA HEMOGLOBINA, um efeito semelhante ao treino em altitude, pelo aumento de 2,3-DPG;
- Não há aumento da Eritropoitina, o que seria uma desvantagem, porém também NAO LEVA A UM AUMENTO DA VISCOSIDADE DO SANGUE, com consequentemente aumento do risco de fenomenos tromboembólicos para os susceptíveis; muito pelo contrário, a ozonioterapia diminui a viscosidade sanguínea;
- AUMENTO DOS NÍVEIS DE OXIGENIO TECIDUAL, um plus ao incremento da capacidade aeróbica;
- AUMENTO DA FUNÇĀO MITOCONDRIAL;
- AUMENTO DA PRODUÇÃO DE ANTIOXIDANTES, principal contribuição para os atletas que produzem RADICAIS LIVRES em grande quantidade devido ao estresse físico prolongado;
- AUMENTO DA LIBERAÇÃO DE FATORES DE CRESCIMENTO, o que facilita a recuperação pós treino das lesões causadas pelo estresse físico;
- Não há incremento da NORADRENALINA como no treino de atitude; portanto não ocasiona vasoconstrição das arteríolas, nem um possível aumento da PRESSÃO ARTERIAL, com possível descompensação cardiovascular em atletas propensos a tal;
- Não há a necessidade em se viver nem treinar em altitude, podendo ser realizada em serviços especializados apenas.

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