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Restriçāo Calórica e Envelhecimento – Abr/15

Em 2009, na Revista Science, foi publicado um trabalho envolvendo dois grupos de macacos: um grupo foi colocado numa dieta restritiva com 40% menos calorias e o segundo grupo se alimentava normalmente. Após 10 anos de estudos, chegou-se às seguintes conclusões:
a incidencia de doenças degenerativas cronicas aparecia em 20% dos macacos do grupo controle e em apenas 8% no grupo restritivo;
a incidencia de Diabetes no grupo controle era de 4 em 5 macacos, contra 0% no grupo restritivo;
a aparencia externa do grupo controle era envelhecida, com pele seca, enrugada, com diminuiçāo de flexibilidade articular, tendencia ao repouso e a perder-se. O grupo restritivo tinha aparencia jovem e ágil, com maior participação social.
No mesmo estudo, em uma análise matemática, chegou-se a uma conclusão empírica: a de que os macacos do grupo restritivo teriam a possibilidade de duplicar a expectativa de vida, comparados aos macacos do grupo controle!
O conceito de restrição calórica nos tempos atuais discute a possibilidade de diminuir em 30% a administração de carboidratos. O mecanismo de ação seria determinado por:
diminuição das atividades energéticas;
diminuição na produção de radicais livres;
preservação do sistema antioxidante endógeno;
reciclagem dos detritos celulares;
preservação dos telomeros, por aumentar o período de sobreviva celular e diminuir a velocidade de replicaçāo celular.

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