Magnésio L-Treonato na Prevençāo e Tratamento de Doenças Degenerativas Cerebrais – Ago/17

O Mg está inserido em mais de 300 processos biológicos do corpo humano. No sistema cognitivo, ele contribui para o bloqueio dos receptores NMDA glutamatérgicos, o que evita a entrada de Ca nos neuronios e previne a excitotoxidade do Glutamato. Logo, o Magnésio exerce neuroproteçāo e contribui para o tratamento e a prevenção de Demencias. (Frlenza, 2005).

Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares realizada nos anos 2008 e 2009, a maior parte dos brasileiros ingere menor quantidade de Mg do que o recomendado (260mg/dia). Além disso, o envelhecimento e as doenças neurodegenerativas são fatores que propiciam sua depleçāo. Barbagallo et al. (2011) realizaram um estudo com 101 pacientes idosos e comprovaram que as concentrações séricas de Mg eram menores entre os pacientes que apresentavam Mal de Alzheimer.
Outras pesquisas em animais concluíram que o Mg foi capaz de incrementar a memória, aprendizado e as conexões sinápticas de animais com Mal de Alzheimer induzido, o que sugere que a suplementaçāo com Mg no estágio inicial da doença atenua os sintomas e diminui os riscos de agravo da mesma (Xu et al., 2014).
E a Taurina presente nos compostos de Magnésio L-Treonato, em que contribui para isso tudo? Assunto para um próximo post.

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Benefícios da Astaxantina, o Carotenóide Encontrado no Óleo de Krill – Ago/17

Com o crescente interesse de parte da população de manter um corpo mais sadio através de suplementos de fontes naturais, um foco maior é observado sobre os alimentos funcionais para o cérebro. Potente antioxidante encontrado no salmão e em crustáceos como o krill, a Astaxantina é capaz de penetrar pela barreira hematoencefálica, penetrando efetivamente no cérebro por ser lipofílico e hidrofílico.

Estudos apontam seus ótimos benefícios ao estresse oxidativo, processo inflamatório, doença cardiovascular, atuando no antienvelhecimento, bem como apresentando efeitos neuroprotetores em modelos animais. Recentemente se comprovou seus efeitos na funçāo hipocampal, especialmente em aumentar a neuroplasticidade, no estudo realizado em 2015., pela University de Tsukuba Faculty of Health and Sport Sciences e publicado em Molecular Nutricion & Food Research. Os resultados da pesquisa mostraram pela primeira vez, que o carotenóide Astaxantina fornecido aos camundongos durante 4 semanas, promoveu neurogenese no hipocampo de uma maneira dependente à concentraçāo e, elevou sua capacidade de aprendizagem e de memória. Continuos estudos e esclarecimentos detalhados dos mecanismos da Astaxantina ampliam os horizontes para o desenvolvimento de novos tratamentos e alimentos funcionais.

 

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Como Cultivar um Super Cérebro – Jul/17

Esse vídeo esclarece de uma forma ilustrativa a visão da Medicina Integrativa e da Ortomolecular, relacionando sintomas múltiplos não a uma doença rígida e sim, a um desequilíbrio do sistema como um todo. Uma vez resgatando esse equilíbrio saudável não há espaço para o adoecimento do corpo prevalecer.

https://youtu.be/5xt2FImWTMk

Efeitos do Resveratrol na Reduçāo da Glicemia, Triglicérides e Colesterol Total – Jun/17

Antioxidantes são substancias capazes de inibir ou retardar a oxidação de algum substrato; em concentrações pequenas eles são estáveis em todas as suas formas, e tem importante papel na prevenção de doenças geradas pela oxidação de biomoléculas. O aumento de radicais livres, seja por formação excessiva ou por redução das defesas antioxidantes, causa um desequilíbrio na relação oxidante/ antioxidante, podendo gerar o estresse oxidativo e desencadear doenças como o Diabetes.

A atividade antioxidante do Resveratrol (presente na amoras, amendoins e uvas, por exemplo) tem sido documentada pela sua capacidade de neutralizar os radicais livres.
Os mecanismos de açāo do Resveratrol como antioxidante e hipoglicemiante foram associados à ativação da Sirtulina 1, proteína envolvida especificamente na expressão genica, essencial na diminuição do estresse oxidativo.
A açāo do resveratrol no tratamento da dislipidemia, isto é, diminuição dos níveis de colesterol total e triglicérides, e ainda no tratamento do diabetes pela redução da glicemia, é sugerida por este participar da modulação do metabolismo dos lipídios celulares e de lipoproteínas circulantes, reduzindo a peroxidaçāo exagerada, através da redução da LDL oxidada, que tem potencial aterogenico. Há ainda estudos que evidenciam o papel favorável do resveratrol sobre a lesão miocárdica isquemica, melhorando o processo de reperfusāo.
Esses seriam os motivos pela conhecida açāo do vinho tinto como protetor cardiovascular.

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Trigo Sarraceno: Uma Opção ao Glúten – Jun/17

Trigo sarraceno, também chamado de trigo mourisco, é uma planta da família Polygonaceae. Os grãos do trigo sarraceno são comestíveis e parecem-se aos grãos dos cereais, sendo ricos em Rutina, mas são, na verdade, sementes de um fruto aparentado com o ruibarbo e as azedas. Para ser consumido, a casca exterior deve ser removida, um processo que exige equipamento próprio de moagem, devido à sua forma pouco habitual.

Na cozinha polaca, russa e judaica, o trigo sarraceno é usado para fazer uma papa, chamada kacha. Na cozinha ucraniana o trigo sarraceno se chama hretchka e é largamente usado no dia a dia e também para confecionar um dos pratos do menu natalino – a kutia. Na cozinha bretã a farinha do trigo sarraceno faz parte da massa dos crêpes. Na cozinha japonesa, o trigo sarraceno é chamada de sobá e é largamente consumido no dia a dia pelos japoneses como um prato de macarrão mergulhado em caldo quente à base de shoyu, como uma sopa, acrescido de vários tipos de ingredientes desde algas a tempurá, ou com caldo à parte, normalmente gelado (consumido muito no verão).
É considerado energizante e nutritivo, apresenta altas quantidades de farelo, disponível quer nas variedades leve ou integral, com a variedade integral mais nutritiva. Uma vez que o trigo sarraceno não contém glúten, é apto para uma dieta celíaca. Apresenta mais proteína do que o arroz, trigo ou milho, fonte de proteínas e de ferro.
É também fonte de manganês, magnésio (o magnésio é um mineral que ajuda a baixar a pressão dos vasos sanguíneos) e fibras dietéticas. Uma só chávena de trigo sarraceno contém cerca de 86 miligramas de magnésio. Os seus efeitos benéficos também estão ligados à presença de flavonóides, com destaque para a rutina e a quercetina. Estes previnem doenças, com a sua ação antioxidante. A sua proteína é de alto valor biológico, pois contém todos os aminoácidos essenciais, incluindo a lisina. Pesquisas afirmam que uma alimentação rica em grãos integrais, como o trigo sarraceno, previne doenças cardiovasculares, incluindo a aterosclerose, diabetes e obesidade, entre outras, devido ao seu teor de fibras e outros compostos, como gorduras polinsaturadas.
Os Yi, um dos povos da China, consome cerca de 100g diários de trigo sarraceno; uma investigação demonstrou que os que na sua dieta alimentar utilizavam trigo sarraceno, tinham conseguido diminuir os níveis do colesterol LDL e aumento do HDL.
Outro estudo, efetuado em 35.972 pessoas, no Reino Unido, mostrou que mulheres no período de pré menopausa, que incluem na sua dieta alimentar a ingestão de cereais integrais – como o trigo sarraceno – e fruta, o risco de cancer da mama diminui significativamente.

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Curso de Terapia Neural e Odontologia Neurofocal – Jun/17

Dr. Carlos Henrique Mandelik recebeu o certificado pela conclusāo do CURSO DE TERAPIA NEURAL E ODONTOLOGIA NEUROFOCAL, realizado nos meses de Abril a Junho de 2017, em Sāo Paulo/SP, ministrado pelo médico argentino e renomado Terapeuta Neural, Dr. Andres Peralta, com o apoio do IBTN – Instituto Brasileiro de Terapia Neural.

 

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Seu Sistema Imunológico Pede Jejum – Mai/17

Uma das coisas mais importantes para uma boa saúde é ter um sistema imunológico forte.

Dessa forma, seu corpo luta e vence ameaças como vírus e bactérias, impedindo o surgimento de doenças.
Mas, com o estilo de vida moderno pouco saudável e o consumo gigantesco de alimentos industrializados, o nosso sistema imunológico se torna cada vez mais fraco ao longo do tempo.
Um grupo de cientistas da Universidade do Sul da Califórnia, EUA, realizou um estudo sobre como melhorar e restaurar o nosso sistema imunológico e descobriu que a solução é o jejum. Isso mesmo, o JEJUM.
Os pesquisadores descobriram que um jejum bem orientado não só vai fazer você perder alguns quilos, mas também fortalecerá seu sistema imunológico e vai melhorar sua saúde em geral. Para tanto, bastam apenas de 4 a 8 dias de jejum por ano.
Um jejum de 2-4 dias de cada vez, a cada seis meses, faz com que as células tronco despertem e comecem a se regenerar.
A pesquisa também mostrou que o jejum faz destruir células danificadas e faz com que novas células nasçam. Isso significa um sistema imunológico completamente renovado.
E, depois que o jejum termina, seu corpo começa a gerar novas células sanguíneas, fazendo com que os nutrientes comecem a fluir novamente.
Se você estiver com o sistema imunológico severamente fragilizado por fatores como quimioterapia ou envelhecimento, os ciclos de jejum podem literalmente criar um novo sistema imunológico.
O que os cientistas descobriram a medicina natural já sabe há muito tempo.
Vários terapeutas naturalistas prescrevem o jejum como um recurso de cura.
Mas você nunca deve fazer jejum sem a orientação de um profissional. A preparação para esse procedimento tem que ser bem feita; assim como a saída de um jejum.

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