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Atividade Física na Terceira Idade – Out/15

Ao passo que o sedentarismo só cresce, os conhecimentos moleculares acerca dos benefícios do exercício físico se tornam cada vez mais amplos, e hoje o mesmo é tratado como um verdadeiro medicamento, com individualização posológica tal como qualquer outro, fazendo inclusive com que o American College of Sports Medicine levantasse a bandeira do “Exercise is Medicine”.

Do ponto de vista cardiovascular, o exercício físico diminui a pressão arterial, melhora capacidade aeróbica, controla perfil lipídico e insulinemico, ajuda no controle do peso.

O exercício melhora mobilidade articular no paciente com Artrose por induzir manutenção do campo magnético fisiológico, aumenta densidade óssea no paciente com Osteoporose; sem esquecer o impacto a nível neuropsíquico, com a descoberta do fator neurotrófico derivado do cérebro – BDNF, promovendo benefícios em desordens neurodegenerativas e em todos os outros subgrupos (geração de bem-estar, redução de ansiedade e depressão).

Além do hormonio da Tireoide, a atividade física são as únicas maneiras de “limpar” os receptores hormonais, ou seja, tornando os hormonios mais disponíveis, até mesmo para quem já apresenta índices mais baixos decorrente do avançar da idade.

 

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