Distúrbios Afetivos e Doenças Degenerativas

As doenças degenerativas são cada vez mais prevalentes na sociedade atual, representando as maiores preocupações da área de saúde, seja pelas incapacidades provenientes das mesmas, seja pelo grande custo despendido pelo governo e planos de saúde ao paciente portador de doença cronica e ao idoso em geral; as doenças degenerativas acompanham o avanço da expectativa de vida da população, com o consequente afloramento das inúmeras doenças relacionadas ao envelhecimento.
Classificamos as doenças de uma forma geral em infecciosas, inflamatórias, vasculares ou imunológicas. Com exceção das doenças genético-hereditárias, mais de 90% das doenças se enquadram numa dessas 04 classificações.

As doenças degenerativas são aquelas que levam a uma gradual lesão tecidual, sendo de caráter irreversível, permanente, e com evolução geralmente limitante sobre as funções vitais, principalmente neurológicas e osteoarticulares.

Exemplificando-se: Doença de Alzheimer, Parkinson, Esclerose Múltipla, Esclerose Lateral Amiotrófica, Osteoartrose, Degeneração Discal, etc. Podem ter caráter imunológico, inflamatório ou vascular, associados ou não, com exceção da etiologia infecciosa que não a caracteriza.

Semelhantes às doenças degenerativas estão qualquer doença cronica impactante, que apesar de não serem exclusivamente de tal natureza, se comportam da mesma forma do ponto de vista do desequilíbrio global gerado ao organismo, como é o caso do diabetes, da SIDA, da artrite reumatóide, do cancer, das lesões encefálicas vasculares (AVC), dentre várias outras. Isso acontece porque todas as doenças cronicas cursam com um aumento progressivo do estresse oxidativo (acúmulo de radicais livres), um descontrole inflamatório tecidual, uma involução do sistema imunológico, o favorecimento a um desbalanço hormonal, esses nos mais variados graus de manifestação e que levam ainda a um círculo vicioso deletério; sendo assim, independente do fator etiológico desencadeante, todas as doenças cronicas devem ser abordadas num ambito mais global, abrangente e intervencionista.

Devemos então, modular a inflamação (nunca com uso de antiinflamatórios nem corticóides), diminuir o estresse oxidativo celular (diminuir radicais livres), modular a imunidade (inclusive á nível intestinal), e ainda, não menos importante, tentar reparar o tecido doente estimulando a produção de fatores de crescimento local (substancias sinalizadoras do reparo tecidual) e talvez a migração de células tronco ao tecido doente.

Lembramos ainda que, a intoxicação por metais pesados como alumínio, chumbo, mercúrio, dentre outros, podem levar a uma piora da doença em questão ou mesmo causar sintomas semelhantes às doenças clássicas; sendo assim, todo metal pesado deve ser retirado do corpo através da terapia de quelação.

Quando falamos sobre as doenças afetivas (depressão, ansiedade, panico, transtorno bipolar, etc.), devemos estimular à produção dos neurotransmissores deficientes, através da reposição terapeutica de seus precursores, tentando ao máximo eliminar o uso de medicamentos psicotrópicos, ansiolíticos, antidepressivos, etc..

Apesar da natureza muitas vezes desfavorável de uma doença cronica, seja ela imunológica, degenerativa, ou de qualquer outra natureza, temos que tratar os pacientes nessa abordagem multifatorial e global, para que a progressão da mesma seja a mais branda possível, as sequelas causadas por ela, o menos impactante, os surtos de “crises”, os mais esparsos, tentando inclusive reverter algum grau de lesão que já tenha sido instalado.

A Revitalle Assistencia Médica tem na sua prática esses conceitos, e através de uma prévia consulta Ortomolecular pelo Dr. Carlos Mandelik, poderemos indicar um tratamento diferenciado e personalizado, incluindo os mais modernos procedimentos para o tratamento dessas doenças psicoafetivas e/ou degenerativas.